Blog Biologia | Prof. Fernando Belan
 
 
 
 
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01 Set
Entenda a diferença entre vacinas, soros e antirretrovirais. 10:14
Entenda a diferença entre vacinas, soros e antirretrovirais.
Vacinas, soros e antirretrovirais.
Preocupada com o aumento de infecções de HIV entre homossexuais, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou que este grupo tome antirretrovirais para prevenir o contágio. Mas como eles funcionam? Qual a diferença dos antirretrovirais para outras?

Antirretrovirais.
Os antirretrovirais são medicamentos usados no tratamento das infecções por retrovírus, como o HIV. Apesar de serem usados principalmente em pacientes já infectados, o uso preventivo também tem grande eficácia na hora de evitar novos contágios. 

Estudos indicam que tomar um comprimido de antirretroviral por dia ajuda a reduzir as chances de contágio em até 73%, no caso do HIV. Isso acontece porque o medicamente impede a reprodução do vírus no organismo e evita que ele entre se aloje nas células.

Apesar disso, seu uso preventivo é indicado apenas para pessoas com comportamento de risco - aquelas que possuem altas chances de contrair a doença. Isso porque os antirretrovirais causam diversos efeitos colaterais, como interferências nas funções renais e na formação dos ossos.

Vacinas.
Já as vacinas são produzidas com componentes dos microorganismos que causam doenças ou com versões enfraquecias ou mortas dos mesmos. 

Quando entra em contato com essas versões dos microorganismos, o corpo reage, produzindo os anticorpos para combatê-los. Por isso, em alguns casos é possível apresentar febre e outros efeitos colaterais após uma vacinação.

Em alguns casos, não é o microorganismo, mas uma toxina que ele produz, que causa a doença. Por isso, a vacina atua para neutralizá-la. Já quando é a quantidade do vírus que importa, é preciso trabalhar para impedir a multiplicação. Cada vacina é produzida de acordo com a ação do microorganismo no seu corpo

Soros.
Os soros fornecem uma imunização passageira. Isso porque eles não são preparados com os microoganismos, como as vacinas, mas sim com os próprios anticorpos necessários para combatê-los.

Dessa forma, o corpo não cria a memória para produzir os anticorpos mais tarde, mas pode combater os agentes infecciosos naquela infecção.

Com o tempo, o nível de anticorpos reduz até desaparecer. Por isso, o soro não impede novas infecções. 

Fonte.


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